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Entre Fraldas e Livros

Mãe de dois, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

Entre Fraldas e Livros

Mãe de dois, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

Lembro-me como se fosse ontem.

Era na mesma um dia de sol, eu e o meu irmão fomos passear com o nosso tio, ao jardim zoológico, para estarmos sossegados, porque a nossa irmã ia nascer.

Já há muito tempo que pedia à minha mãe uma irmã para poder brincar e, porque achava eu, que ia poder vestir e despir quando quisesse.

Quando a minha irmã nasceu, faz hoje 25 anos, tinha eu 8. Foi mais ou menos por esta hora que já andávamos em alvoroço, no eléctrico, a ver Lisboa para que os nossos pais pudessem estar sossegados.

Quando a vi pela 1a vez senti uma emoção, uma obrigação de protecção (a mesma que senti quando nasceu a outra irmã 4 anos mais tarde e que se intensificou um milhão de vezes com a Matilde). Percebi que não ia ser só vestir e despir. Ia ser muito mais. Ia ser ensinar, brincar, dar amor e carinho. Tudo.

Sempre tive um enorme sentido de responsabilidade para com as minhas irmãs, possivelmente por termos uma diferença significativa de idades mas nunca achei que elas tivessem a idade que diz no BI (tem alturas que parecem ter menos, mas isso é com todos.)

Com isto, tenho a certeza que a minha irmã, uma das pessoas mais doces que conheço, mais profissionais, determinadas e focadas.

Também tem umas arestas que precisam de ser limadas mas... Quem não tem?

 

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