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Entre Fraldas e Livros

Uma mãe recente, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

Entre Fraldas e Livros

Uma mãe recente, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

15
Out19

Dra Joana

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Há quase 27 anos que oiço dizer que quer seguir medicina. Têm estado sempre ligada à saúde, tem um enorme jeito para trabalhar com os doentes, há anos que trabalha na área, não exactamente como quer mas finalmente conseguiu, o que há tanto tempo, sonha.

A minha irmã entrou para medicina! Alguém tem de seguir as pesadas não é? Depois de um curso exímio de enfermagem, um mestrado (a terminar a tese) na área metabólica, a minha irmã vai para a UBI estudar o que sempre quis.

Nunca desistiu. E os sonhos, às vezes, acontecem! Parabéns (quase) Dra Joana

05
Out15

Estou de luto (pela profunda burrice do meu país)

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Porque estivemos 4 anos anos a queixar-nos do estado do país, de como nos foram aos bolsos e aos ordenados ao fim do mês, de como o pobre é mais pobre e o rico é cada vez mais rico, greves atrás de greves (como se isso ajudasse alguma coisa, era muito mais prejudicial para a empresa abrir as cancelas duranters umas horas e deixar entrar os passageiros gratuitamente durante umas horas para ver os estragos em vez de prejudicar os trânsito de forma infernal), de como descontamos e o SNS não funciona bem (erradamente, depende dos locais...). Basicamente o português é O Calimero. É só este o nome que tenho.

A abstenção foi de quase metade. Estava frio e vento? Havia futebol? Doía a ponta do cabelo!? A primeira coisa que fiz ontem quando saí de casa foi ir às urnas para quando me queixar do estado do país, poder fazê-lo de boca cheia, porque o meu voto foi completamente contra a coligação. Votei Bloco de Esquerda com orgulho e se não o tivesse feito, teria votado num partido como Monarquia porque era um abre olhos para a população que se queixa mas não faz nada (como aliás se viu!).

Fui às urnas e levei a minha filha, que ainda não tem 3 anos, para perceber um bocadinho o que era escolher o futuro do país. Ridiculamente e não percebi porquê, não a deixaram ir à cabine de voto comigo. Ela iria influenciar o meu voto?!

Não penso em emigrar mas quero proporcionar um futuro melhor para a minha filha e para os que aí vêm. Penso nisso todos os dias. Como vai ser quando eu me reformar?....

 

E quem se queixa, também deveria ter tirado 5 minutos do seu precioso tempo antes de entrar na sala e escrever a cruzinha ontem...

E hoje era feriado... Era não era? Mas estamos todos a trabalhar..Vamos agradecer a quem?

31
Mar15

É a vida

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Quando notamos que as circunstâncias mudam tudo à nossa volta, que o que tínhamos já nem faz sentido (e se calhar ainda bem), que "perdemos" tempo com tantas coisas que hoje são insignificantes. Ficamos com toda uma nova perspectiva quando construímos uma família e a ela juntamos membros e responsabilidade que não tínhamos.

Já não é só: "onde vou jantar hoje?" "o que vou vestir amanhã?" "o que é que vou fazer no fim de semana?"

Hoje em dia é mais: "não me posso esquecer de ir comprar fraldas e o creme para o rabinho da M. que está a ficar assado", "será que o dinheiro estica até ao fim do mês?", "falta pagar o colégio". "será que a M. comeu o suficiente e não vai ter fome nem sono se formos a sítio X?" "Vou consegui sair do trabalho a horas d elhe dar banho e fazer um jntar como deve ser?"

Dou comigo a pensar algumas vezes como era a minha vida há uns anos, solteira e sem grandes responsabilidades mas tão mais pobre sem a minha família.

A M. é a minha alegria. Ver a evolução dela e o que ela já me ensinou ao longo de só 2 anos é lindo.

Depois vejo o reverso da medalha. Sempre tive um grupo de amigos. Agora tenho um grupo reduzido de amigos e todos eles são pais ou grande parte, pelo menos.

Já me cansei de ter discussões sem nexo por acharem que eu "fechei a M. numa bola" quando ela era mais nova e não a levava para conviver com "a malta". Claro. Chegou-me de ambientes onde havia barulho que eu não consegui controlar, de crianças a chorar e luzes que não apagavam durante dias a fio para a submeter a almoços de adultos que querem estar descontraídos enquanto ela podia estar no conforto do lar com os tios e avós a brincar, sossegada.

As pessoas crescem e tomam consciência que são respnsáveis por uma criança que não pediu para cá estar mas que está completamente dependente de nós mas cabe-nos a nós protegê-la e ensiná-la tudo o que nos for posivel. E vos garanto uma coisa, se depender de mim, vou defender a minha filha e protegê-la mas não vou fazer dela um flor de estufa. 

31
Mar14

evoluções

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E quando chega a altura do fim-de-semana a M. anda doida. Não só porque não há escola (tem mesmo genes tramados), como porque pode dormir até mais tarde, pode brincar até se cansar e aprende coisas novas. 

Este fim-de-semana foi dia de ser altamente mimada pela "Vóvó" que se perdeu no Toys'r'us e lhe comprou isto 

 

 

Este ferrari de bebés faz 5 em 1, não é assim tão caro quanto isso e deixou-a maravilhada a empurrá-lo pela casa fora e a gritar "CÁÁÁÁÁ!"

A ideia com isto era fazê-la andar pelo próprio pé e evitar que ela ande só a gatinhar, como ela tão bem gosta de fazer mas, de vez em quando ela lá se cansava e sentava-se no chão, dava corda aos ténis e lá ia a gatinhar a alta velocidade.

Ainda lhe ofereceu um boneco que acho que quase todos nós tivemos quando eramos bebés, pelo menos eu tive e os meus irmãos também, o meu marido e os meus cunhados também, que é uma lagarta fofinha que dá luz (a versão actual tem um sensor que também dá música quando ela se mexe) que a M. ficou com uma expressão impagável quando acordou da sesta e a viu ao lado dela.

Ficou tão enfeitiçada pelo boneco que a nós só nos deu para rir com a expressão dela. Agora o tramado vai ser explicar que o Minhoco (sim, já tem nome) fica em casa e que o João António (falei-vos dele? Não? é este menino) é que vai para a escola. A ver vamos como a coisa corre.

 

25
Mar14

porque às vezes todas as mães têm dúvidas...

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Uma recente mãe, como eu, passou-me esta carta, com uma mensagem especial. 

Depois de a ler fiquei (raispartam as hormonas, não é possível que ainda estejam descontroladas) com as lágrimas nos olhos porque me revejo em muitas coisas que aqui estão descritas.

 

Leiam e digam de vossa justiça.

 

(roubado daqui)

 

 

Querida Mãe:

Eu já te vi por aí.
Eu vi-te a gritar com os teus filhos em público, vi-te a ignorá-los no parque, vi-te a levá-los à escola antes de teres tomado banho, e de calças de pijama por baixo do casaco.
Eu vi-te a implorares aos teus filhos, vi-te a suborná-los, e a ameaça-los.
Eu vi-te a gritar feita louca com o teu marido, com a tua mãe, e com o agente de polícia no cruzamento da escola.

Eu já te vi a correr com os miúdos de um lado para o outro, a sujares-te no parque e a praguejares em voz alta depois de bateres com o joelho na esquina da cadeira.
Eu vi-te a partilhares um leite achocolatado com um maníaco de 4 anos. Vi-te a limpar o nariz dos teus filhos com os dedos e a limpa-los na parte de trás das calças de ganga. Vi-te a correr com o teu bebé de 2 anos pendurado na dobra do teu braço, para apanhares a bola que está a fugir para a estrada.

Eu já te vi a ranger os dentes enquanto o teu filho gritava contigo porque não queria ir à aula de piano, à natação, ou ao treino de futebol. Eu vi-te a fechar os olhos e a respirar fundo depois de entornarem um copo de leite inteiro em cima. Vi-te a chorar desesperada enquanto tentavas tirar lápis de cera da tua melhor mala.

Eu já te vi na sala de espera do hospital. Eu vi-te no balcão da farmácia. Vi-te com o teu olhar cansado e assustado.

Eu não sei se tinhas planeado ser mãe ou não.

Se soubeste desde sempre que querias pôr crianças neste mundo, cuidar deles, ou se a maternidade te apareceu de surpresa.

Não sei se correspondeu às tuas expetativas, ou se passaste os primeiros tempos como mãe aterrorizada porque tinhas imaginado que sentirias o “amor materno” doutra forma.

Não sei se tiveste dificuldade em engravidar, se perdeste algum bebé, ou se tiveste algum parto traumático.

Nem sequer sei, se concebeste o teu filho no teu ventre, ou se o acolheste na tua família.

Mas eu conheço-te.

Eu sei que não alcançaste tudo o que querias na vida. Sei que há coisas que nunca soubeste que querias até teres filhos.

Eu sei que, às vezes, pensas que não estás a dar o teu máximo e que podias fazer melhor.

Eu sei que olhas para os teus filhos e te revês neles.

Eu sei que às vezes apetece-te atirar um candeeiro ao teu filho adolescente, e atirar o de 3 anos pela janela.

Eu sei que há noites que, depois de deitar os miúdos, estás tão exausta que só te apetece enrolares-te na cama a chorar.

Eu sei que há dias tão difíceis que só queres que acabem depressa. Depois, na hora de ir para a cama os teus filhos abraçam-te e enchem-te de beijinhos, e dizem o quanto gostam de ti, e de repente querias que o dia durasse para sempre.

Mas nada dura para sempre.

Os dias terminam, e o dia a seguir é um novo desafio. Febres, desgostos amorosos, trabalhos da escola, novos amigos, novos animais de estimação e novas dúvidas. E todos os dias, fazes o que tens de fazer.

Vais trabalhar, ou ficas em casa pões o bebé no sling e ligas o aspirador. Ou vais até ao jardim passear com ele.

Largas tudo para moderar uma discussão sobre de quem é a vez de usar aquelas canetas especiais, para dar um beijinho ao óó da tua filha, ou para conversar sobre qual é a cor do batom que a mãe do Pinóquio usava.

Eu sei que fazes guerras de cocegas em castelos de lençóis, e que sabes de cor as histórias de, pelo menos, 8 livros ilustrados. Eu sei que danças de forma ridícula quando vocês estão sozinhos. E que inventam canções parvas sobre queijo, maus cheiros, ou ervilhas.

Eu sei que uma hora depois de deitares os teus filhos, largas o que estás a fazer e vais cortar as unhas do mais novo. Sei que paras de arrumar a cozinha, porque a tua filha te convidou para a festa de chá que está a fazer com as bonecas, e faz questão que lá estejas.

Eu sei o que custou tratares dos teus filhos quando tiveste aquela virose de 4 dias. Sei que comes os restos dos pratos deles, enquanto arrumas a cozinha.

Eu sei que não contavas com muitas destas coisas. Sei que não antecipaste amar alguém tão intensamente, ou andar tão cansada, ou ser a mãe em que te vieste a tornar.

Pensavas que tinhas tudo planeado. Ou então, estavas perdida e aterrorizada. Ias contratar a Nanny perfeita. Ou ias deixar de trabalhar e aprender tudo sobre crianças.

Sei que não és a mãe perfeita. Por mais que tentes, e por mais que te esforces. Tu nunca serás a mãe perfeita.

E isso, provavelmente, vai perseguir-te. Ou se calhar fizeste as pazes com isso. Ou talvez nem nunca tenha sido um problema.

Eu sei que acreditas que independentemente do que fizeres, poderias ter feito sempre mais.

A realidade é outra.

Não interessa o pouco que fizeste, no fim do dia os teus filhos vão sempre amar-te. Vão continuar a rir para ti, e acreditar que tens poderes mágicos que podes curar quaisquer coisas.

Independentemente do que acontecer no trabalho, na escola, ou num grupo de amigos, tu fazes, sempre, tudo o que está e não está ao teu alcance para garantir que no dia a seguir os teus filhos estarão tão felizes, saudáveis e espertos quanto é possível.

Há um velho ditado iídiche que diz: “Há um filho perfeito no mundo, e todas as mães o têm.”

Feliz ou infelizmente, não há pais perfeitos. Os teus filhos vão crescer determinados a ser diferentes de ti. Vão crescer com a certeza de que não vão pôr os seus filhos nas aulas de piano, de que vão ser mais brandos, ou mais rigorosos, ou ter mais filhos, ou ter menos, ou não ter nenhum.

Um dia os teus filhos vão estar a correr como loucos na igreja, a portar-se pessimamente no restaurante a fazer caretas para o lado, e alguém vai passar e elogiar a tua família.

 

Uma certeza podes ter: não és perfeita!

 

E isso é bom. Porque na realidade, nem os teus filhos são perfeitos. E ninguém no mundo se preocupa mais com eles do que tu, ninguém sabe porque é que eles estão a chorar senão tu, ninguém percebe as piadas deles melhor do que tu.

E já que ninguém é perfeito, tens de desempatar com 2 biliões de pessoas que estão em primeiro lugar “ex aequo” para concorrer à melhor mãe do mundo.

Parabéns melhor Mãe do Mundo. Tu não és perfeita. És mais que perfeita:

És tão boa mãe como o resto do mundo.

 

por Lea Grover em Becoming a super mommy
adaptado por Up To Lisbon Kids

24
Mar14

because I'm happy

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Hoje o meu maior feito faz um ano e 4 meses. O tempo passa a voar e esta é a música actual preferida dela. Cada vez que a ouvr diz "happy"! 
E agora também aprendeu a dizer "andacá" com uma voz de quem está constipada {#emotions_dlg.blink}
A minha M. está cada vez mais esperta e evoluída e por isso está de parabéns. Se ela está "happy" eu também estou. 
Acho que tenho feito um bom trabalho ao longo do último ano :D
Bom dia para todos
25
Fev14

24 horas que mais pareceram 15 dias

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Ontem a M., como é normal, acordou, bebeu o leite, o pai vestiu-a e levou-a à escola. Até aqui tudo normalíssimo. A avó foi buscá-la ao fim do dia e quando eu cheguei a casa da minha sogra para a ir buscar foi como se eu tivesse entrado numa cápsula do tempo e tivesse feito fast forward para 15 dias depois.

Passo a explicar:

Eu e o meu marido temos uma alcunha para a M. Há muito tempo que a apelidámos de Babinha. Nada de minhoquinha, nem fofinha, docinho, coisinha linda da mamã, nenuco... Nada disso. Só Babinha. E ela responde por Babinha.

Ontem quando lá cheguei ela estava confortavelmente sentada no chão da sala, tapada com um cobertor a ver bonecos e ignorou a minha presença. Quando finalmente percebeu que eu ali estava chamou-me como é normal "mamãaaaaa!" e a minha sogra diz-lhe "M. diz lá Babinha" e ela como se soubesse dizer aquilo desde sempre, olha para mim e diz "é a Babiiiii"  {#emotions_dlg.angel}{#emotions_dlg.serious}

Como devem imaginar eu fiquei com cara de "WHATTTT?!?!?!" e senti que o dia de ontem não tivesse tido 8 horas de trabalho mas sim uns 15 dias...

Agarrei nela e fomos a casa da minha mãe, como também é normal. Quando lá chegámos, ela começou a dizer olá a todos, ao belo estilo gralha que ela tem, e a dizer "é a Babiiii" ao que eu tive de explicar o que ela se referia. Ficaram todos incrédulos a olhar para mim como se eu fosse um alien (eu também ficaria, estanos a falar de um bebé de 1 ano e 3 meses feitos ontem).

Mas é claro que as coisas não ficam por aqui. Depois de jantar agarram nela e toca de andar um bocadinho. Há dois dias ela parecia fazer parte da brigada de "Minas e Armadilhas" pela forma ainda descordenada como punha as pernas para andar. Ontem, do nada, já tinha algum cuidado a "andar" apesar de ainda descordenada.

Com isto, quando me deitei, dei comigo a pensar, será que eu adormeci durante mais de 8 horas e não me apercebi? Será que ela evolui assim tanto num dia? É possível puxarem assim tanto por ela no colégio?

 

Seja como for, sou uma mãe super orgulhosa da minha Babiiii! Mais uns dias e já consegue andar (I hope!)

 

24
Fev14

tempos remotos

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Apesar de ter tido uma vida académica conturbada e cheia de altos e baixos, de ter sido praxada (nada ao estilo dos infortúnios da Aldeia do Meco) mas de não ter praxada, de ter tido professores com idade para serem meus colegas, de ter tido aulas às 8 da manhã, às 5 da tarde e às 11 da noite, tenho muitas saudades desse tempo.

Sou formada em Cinema, Vídeo e Comunicação Multimédia pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa mas tenho meia licenciatura em Ciências da Comunicação e da Cultura - variante Audiovisual e Multimédia (pré-bolonha, claro - que agora já nem aparece em lado nenhum, é tipo pré histórico).

Dei comigo há instantes a ver e-mails do meu tempo de faculdade com trabalhos, propostas por aprovar de marketing, de planeamentos de aulas, de como nem tempo tinha para respirar, de me lembrar que começava a trabalhar às 9 da manhã e trabalhava todo o dia, saindo do trabalho a correr para as aulas (na maioria das vezes já atrasada), às 6 da tarde para durar até pelo menos às 11 da noite e ainda tinha pica para depois disso ir ao café desanuviar e fazer trabalhos.

Quem conhece o audiovisual sabe que não conseguimos parar. Há sempre trabalhos para fazer, há sempre planificações, storyboards, guiões, requisições de material, guarda-roupa para verificar entre tantas coisas. E isso é que eu gostava.

Sempre fui uma rapariga despachada. Por isso e por mais umas razões quis fazer o estágio em produção. Não só de audiovisual mas também de eventos. Não fiz muito mais quando acabei o curso, nessa área mas porque depois a M. apareceu na figura e, mais uma vez, as prioridades mudam.

Ainda fiz rádio, ainda organizei umas festas mas foi só isso. 

E tenho saudades.... E até tinha jeito... 

Não sei se agora teria coragem de me meter em alguma coisa semelhante mas a frenética de andar de um lado para o outro, de arranjar coisas, de produzir... Isso fazia parte de mim.

É uma possível resolução para um futuro próximo, quiçá.

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