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Entre Fraldas e Livros

Uma mãe recente, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

Entre Fraldas e Livros

Uma mãe recente, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

25
Fev19

Infan/(ec)tário

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AHHH a maternidade... E o começar do infectário. Perdão, infantário. Como é bom. Como eu já me tinha esquecido do que era isto... Pois bem. O miguel começou o colégio este mês. Na loucura foi semana e meia. 

Depois, toca de ficar doente. Fez uma quase bronquiolite, que se não fosse a avó (obrigada mãe!) estávamos bem tramados. Esteve 2 semanas no estaleiro e só hoje voltou ao infectário.  Vamos lá ver qual vai ser a próxima. Portanto, em 28 dias, ele vai metade. Não é uma má média para 1º mês. Será que isto dá pontos? 

22
Out14

Acerca do post de ontem

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E após ponderação e jantar com pais e solteiros ontem, pus-me a pensar (confesso que li este post).

Ora bem, antes da Matilde nascer, eu e o meu marido eramos como qualquer casal na casa dos 20's. Saímos à noite para conviver, jantávamos fora, passeávamos e fomos a Londres.

Depois casámos e 4 meses depois nasceu a Matilde.

Obviamente que as coisas mudaram. No nosso caso e devido a um detalhe que já expliquei há muitos muitos posts atrás, mudaram muito. Haviam coisas que adorava ter feito com a minha filha enquanto estive em casa mas que não conseguia porque a logística não me permitiu mas, com o apoio que tive de toda a gente e que nunca conseguirei agradecer convenientemente, conseguimos ultrapassar.

Na crónica do P3 do publico, dá-se a entender que só os pais têm/fazem coisas como por exemplo:

 

As pessoas sem filhos anseiam por sexta-feira. As pessoas com filhos temem-na.

- Não consigo perceber porquê.. Não é uma noite como as outras? À sexta a minha filha não se transforma num animalzinho e vira a casa do avesso... 

 

As pessoas sem filhos têm cartões de cinema ilimitado. As pessoas com filhos têm cartão IKEA family.

- cartão Ikea (não meus amigos, tenho o meu há anos, era eu bem solteirinha e andava a decorar o meu quarto na casa dos meus pais, mais não seja pelo café gratuito e pelas ideias que vinham na newsletter) Mas de qualquer forma... Existem cartões de cinema ILIMITADOS??? Como assim?

 

Para relaxar as pessoas sem filhos vão para o ginásio. As pessoas com filhos vão para o trabalho.

- Para relaxar não vou, nunca fui, nem irei ao ginásio. Neste momento só se for ao gymboree e é por opção. Porque adoro ver a reação da minha filha. Para relaxar vou à praia e levo a minha filha comigo.

 

As pessoas sem filhos escolhem o restaurante em função do menu, do preço, do chef, da decoração ou da localização. As pessoas com filhos entram no primeiro restaurante que tenha cadeiras para crianças.

- escolher restaurantes em função dos menus : não.. ainda ontem a minha filha foi ao sushi. obviamente que não o comeu. só acompanhou quem foi com ela mas (e sim, eu torci o nariz mas ela tem que se habituar porque não é nenhum ratinho de laboratório) soube comportar-se como uma (quase) adulta.

 

Ao sábado à noite, as pessoas sem filhos vão jantar fora, ao cinema e a um bar. As pessoas com filhos vão à cozinha aquecer restos no microondas, vêem meio episódio de uma sitcom e adormecem no sofá.

- ao sábado à noite, há muito tempo, que prefiro jantar com amigos do que ir a um restaurante e depois a um bar. Não aqueço restos no microondas, não vejo sitcoms a meio e a minha filha, por norma adormece às 21h. Quando temos planos mais elaborados e que sabemos que ela não nos vai conseguir acompanhar, pedimos a toda uma panóplia de pessoas que incluem avós e tios para ficarem de babysitter.

 

As pessoas sem filhos comem cereais, torradas, sumo de laranja e café ao pequeno-almoço. As pessoas com filhos também, mas metade disso vai parar à roupa, à carpete e aos cortinados.

- As pessoas sem filhos comem toda essa panóplia de coisas ao pequeno almoço? Bom.. Eu contento-me com um café e meia sandes. E não tenho um diabo da tazmânia para me mandar a comida para o tecto, cortinados, sofá e afins. No pior dos cenários vai parar ao chão e ela própria diz que fez disparate e apanha, pondo no lixo.

 

As pessoas sem filhos sentam-se no sofá a ler um livro e a beber um chá. As pessoas com filhos sentam-se na sanita e fecham a porta da casa de banho à chave para terem 5 minutinhos de relax.

- Acredito que as pessoas sem filhos também se sentem na sanita durante bem mais do que 5 minutos... E as que têm filhos também, estranhamente, bebem chá. Haviam de ver a minha prateleira lá em casa. 

 

As pessoas sem filhos vão ao supermercado, fazem compras e regressam a casa. As pessoas com filhos vão ao supermercado, perseguem-nos até à charcutaria, arrancam-lhes coisas das mãos, tremem quando eles enfiam pelo corredor dos vinhos, negoceiam, chantageiam e regressam a casa percebendo que afinal se esqueceram “da porra das fraldas”.

- Por norma faço uma lista antes de ir ao supermercado exatamente para não me esquecer da" porra das fraldas" - o que seria muito díficil dado que é essêncial e está no topo da lista mas... De qualquer maneira, quando ela vai comigo às compras vai sentada no carrinho e ajuda a fazer as compras, caso contrário aproveito uma "babysitter" e lá vou eu num instante.

 

As pessoas sem filhos vão domir. As pessoas com filhos vão fazer óó.

-Não. Eu durmo na mesma...

 

As pessoas sem filhos acordam com o despertador. As pessoas com filhos gostariam de acordar com o despertador.

Também não. Continuo a acordar quase à mesma hora que acordava antes dela nascer e ainda uns minutos antes do despertador.

 

As pessoas sem filhos vão a esplanadas e ao cabeleireiro. As pessoas com filhos vão a parques infantis e ao pediatra.

- Bom, ela gosta de esplanadas e vai connosco. Opto sim, por esplanadas que estejam em espaços verdes, quem não o faria?

 

As pessoas sem filhos não sabem quem é a Xana Toc Toc. As pessoas com filhos preferiam não saber quem é a Xana Toc Toc.

- Quem???

 

As pessoas sem filhos comem sobremesas. As pessoas com filhos escondem-se na cozinha e comem dois quadrados de chocolate para cima do lava-louças. Quando apanhadas em flagrante, as pessoas com filhos dizem que é medicamento e emborcam meio copo de água para validar a farsa.

- Não. Normalmente não como sobremesa e ela está na fase de experimentar, não eu. Não preciso de omitir o que como.

 

As pessoas sem filhos viajam com uma mochila. As pessoas com filhos têm esgotamentos nervosos diante de malas.

- Mochila?! Já não tenho 12 anos!! A minha roupa não cabe em mochilas... 

 

As pessoas sem filhos praguejam como estivadores. As pessoas com filhos começam a usar termos como “diacho”, “bolas” e “caneco” quando esfacelam o dedão contra o pé do sofá.

- Diacho? Bolas? Não... "Cumcanheco" ainda me apanham a dizer porque é genial ouvi-la a repetir mas de resto continuo com o meu reportório. Obviamente que me contenho senão ela vai repetir.

 

As pessoas sem filhos vêem thrillers, dramas, biopics… As pessoas com filhos vêem o Pocoyo.

- Wrong! Ela vê o Pocoyo e o Panda e todas essas coisas. Aliás, estamos na introdução à Rua Sesamo... Eu não vejo... Já tive a minha dose há muitos anos e essas são as alturas em que aproveito para fazer outras coisas sem a ter agarrada à minha perna, qual macaquinha.

 

As pessoas sem filhos mudam de camisa se esta tiver uma nódoa. As pessoas com filhos só mudam a camisa se ela estiver vomitada.

- Nem sei se comente esta afirmação... A minha filha já não tem meses.. Tem quase 2 anos... Não vomita periodicamente, pelo que, se assim fosse, eu era uma pessoa feliz porque não teria roupa para lavar, não era?

 

Com isto quero dizer que: 

Inicialmente achei piada à crónica da senhora mas ontem ponderei sobre isso e, só num mundo paralelo é que ter filhos é igual a uma prisão como ela descreve.

Ter filhos é, todos os dias, ver uma criança com um brilho nos olhos quando a vamos buscar ao colégio. Ficar radiante quando nos mostra as coisas/músicas com coreografias que aprende.

 

Mas se calhar, quem tem filhos é que pensa como eu....

 

21
Out14

Pessoas com filhos VS pessoas sem filhos

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Encontrei esta crónica, escrita por uma mãe, no P3 do Jornal Público.

Pessoas sem filhos vs Pessoas com filhos

Texto de Susana Almeida Ribeiro • 20/10/2014 - 12:10

 

As pessoas sem filhos anseiam por sexta-feira. As pessoas com filhos temem-na.

 

As pessoas sem filhos têm cartões de cinema ilimitado. As pessoas com filhos têm cartão IKEA family.

 

Para relaxar as pessoas sem filhos vão para o ginásio. As pessoas com filhos vão para o trabalho.

 

As pessoas sem filhos escolhem o restaurante em função do menu, do preço, do chef, da decoração ou da localização. As pessoas com filhos entram no primeiro restaurante que tenha cadeiras para crianças.

 

Ao sábado à noite, as pessoas sem filhos vão jantar fora, ao cinema e a um bar. As pessoas com filhos vão à cozinha aquecer restos no microondas, vêem meio episódio de uma sitcom e adormecem no sofá.

 

As pessoas sem filhos comem cereais, torradas, sumo de laranja e café ao pequeno-almoço. As pessoas com filhos também, mas metade disso vai parar à roupa, à carpete e aos cortinados.

 

As pessoas sem filhos sentam-se no sofá a ler um livro e a beber um chá. As pessoas com filhos sentam-se na sanita e fecham a porta da casa de banho à chave para terem 5 minutinhos de relax.

 

As pessoas sem filhos vão ao supermercado, fazem compras e regressam a casa. As pessoas com filhos vão ao supermercado, perseguem-nos até à charcutaria, arrancam-lhes coisas das mãos, tremem quando eles enfiam pelo corredor dos vinhos, negoceiam, chantageiam e regressam a casa percebendo que afinal se esqueceram “da porra das fraldas”.

 

As pessoas sem filhos vão domir. As pessoas com filhos vão fazer óó.

 

As pessoas sem filhos acordam com o despertador. As pessoas com filhos gostariam de acordar com o despertador.

 

As pessoas sem filhos vão a esplanadas e ao cabeleireiro. As pessoas com filhos vão a parques infantis e ao pediatra.

 

As pessoas sem filhos não sabem quem é a Xana Toc Toc. As pessoas com filhos preferiam não saber quem é a Xana Toc Toc.

 

As pessoas sem filhos comem sobremesas. As pessoas com filhos escondem-se na cozinha e comem dois quadrados de chocolate para cima do lava-louças. Quando apanhadas em flagrante, as pessoas com filhos dizem que é medicamento e emborcam meio copo de água para validar a farsa.

 

As pessoas sem filhos viajam com uma mochila. As pessoas com filhos têm esgotamentos nervosos diante de malas.

 

As pessoas sem filhos praguejam como estivadores. As pessoas com filhos começam a usar termos como “diacho”, “bolas” e “caneco” quando esfacelam o dedão contra o pé do sofá.

 

As pessoas sem filhos vêem thrillers, dramas, biopics… As pessoas com filhos vêem o Pocoyo.

 

As pessoas sem filhos mudam de camisa se esta tiver uma nódoa. As pessoas com filhos só mudam a camisa se ela estiver vomitada.

 

Cá para mim só tenho a dizer: ter filhos é isso e muito mais. É dormir com o coração cheio e ouvir quando ela acorda "olá mamã" com um abraço. E está tudo dito :D

24
Mar14

because I'm happy

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Hoje o meu maior feito faz um ano e 4 meses. O tempo passa a voar e esta é a música actual preferida dela. Cada vez que a ouvr diz "happy"! 
E agora também aprendeu a dizer "andacá" com uma voz de quem está constipada {#emotions_dlg.blink}
A minha M. está cada vez mais esperta e evoluída e por isso está de parabéns. Se ela está "happy" eu também estou. 
Acho que tenho feito um bom trabalho ao longo do último ano :D
Bom dia para todos
10
Mar14

Finalmente!

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Está sol, apesar de frio, ao fim de quase uma semana sem dormir durante a noite graças à bela recordação que o meu marido me trouxe (ver aqui), finalmente consegui dormir 7 horas seguidinhas sem tossir e a M. também.

O fim de semana foi muito bom. No sábado fomos passear à Ericeira com a tia Tanta e a Avó e mais um casal de bons amigos com mais uma M. e o seu cão. Fartámo-nos de andar já que estacionámos o carro numa ponta e fomos até quase à Foz do Lizandro com as meninas e a empurrar carrinhos {#emotions_dlg.lol} (isto ainda doentes, cheias de tosse mas com o fantástico dia de verão que esteve, nada nos travou!).

No domingo foi a paga pelo passeio da véspera. Fiquei a limpar a casa e a passar a ferro que é aquela tarefa doméstica que mais odeio mas que quando começo mando toda abaixo.

 

Hoje já tive uma agradável surpresa.

Quando fui deixar a M. ao colégio, ela quis levar o "babé" com ela, tal como pediu ao pai na 6a feira. Tudo bem, como já disse, na 6a tinha levado e correu tudo muito bem e o "babé" fez um furor entre as crianças da sala dela.

O "babé" em questão é da Fisher Price, é um cão adequado para crianças dos 6 aos 36 meses e diverte-os durante alguns minutos. Podem ver aqui (passando a publicidade) e é extremamente interactivo. A bem dizer, o boneco é um fala-barato. Já apanhei uns belos sustos com ele durante a noite.

Ora, quando lá chegamos às 8 da manhã, a ida do cão não era negociável e ela agarrou-se a ele enquanto eu fiz a ginástica normal de segurar na mochila, no saco, nela e no cão, enfiar as chaves do carro no bolso em tempo recorde.

Toquei à campainha e assim que aparece a auxiliar, ela salta para os braços dela e diz "OLÁ!" com o cão na mão. 

Passo a explicar o meu espanto. TODOS os dias, assim que chego à escola, ela chora e tenta trepar por cima de mim, quase até chegar à cabeça, para não ir para a escola.

Ora, se o necessário é levar o cão para a escola, ou o gato, piriquito, ou um boneco por dia.... Começo a fazer o arsenal de bonecada, alinhados à porta de casa, possível de irem passear para conhecerem a escola dela e todos os dias ela leva um diferente. Assim, ela vai feliz, não chora, e eu fico muito mais descansada.

Vamos lá ver como ela vem ao fim do dia.

E vocês? Têm algum truque para os vossos filhos irem para a escola?

05
Fev14

a maternidade em todo o seu esplendor

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Em parte a haver com o post anterior (ver aqui)

 

As 20 coisas que a gente só entende depois de ser mãe:

 

1. Porque o salto alto sai do guarda-roupa


2. Porque ficar em casa, num sábado à noite, pode ser o melhor programa do mundo

 

3. Porque algumas famílias tem amas

 

4. Porque algumas mães abandonam carreiras promissoras


5. Porque nossas mães sempre foram tão preocupadas


6. Porque todos sempre repetiam o mantra “aproveite para dormir agora, aproveite para dormir agora”


7. Porque as prioridades mudam (e radicalmente)


8. Porque passamos a ver o mundo de outra forma


9. Porque dormir passa a ser o melhor programa do mundo


10. Porque uma viagem de um fim de semana se pode tornar numa epopéia


11. Porque falar sobre cocó é tão natural quanto falar sobre o tempo


12. Porque nós pensamos duas vezes antes de aceitar qualquer convite


13. Porque ir ao supermercado pode ser o evento do mês


14. Porque acordar só às 8h da manhã é motivo de comemoração

 

15. Por ue tomar pequeno almoço na rua se torna o evento da família

 

16. Porque ler um livro inteirinho fica meta de ano novo


17. Por
que o tempo começa a passar ainda mais rápido (muito, muito, muito mais rápido)

 

18. Porque maquilhagem e cosméticos ficam esquecidos na gaveta (pelo menos por um tempo)


19. Porque ir ao cabeleireiro passa a ser evento social


20. Por
que o nosso corpo muda, mas a nossa alma muda muito mais

23
Jan14

10 coisas que todas as mães fazem mas têm vergonha de admitir

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Vi este post aqui e não resisti a roubar porque é tão verdade. Excepto o último ponto...Acho que não o digo em voz alta, pelo menos não frequentemente ou conscientemente...Acho eu. Já não sei, se calhar digo.  
 

10 coisas que todas as mães fazem (mas que têm vergonha de admitir)

1. Comer chocolates às escondidas dos miúdos, principalmente depois de lhes explicarmos que o chocolate faz mal aos dentes, engorda e que se comermos muito pode fazer dor de barriga.

2. Falar em inglês sempre que não interessa que os mais pequenos percebam a conversa. Ou em francês. Ou num dialecto misturado, com palavras estrangeiras metidas pontualmente naquelas expressões que não convém que eles ouçam.

3. Adormecer (de exaustão!) muito primeiro que eles, quando nos propomos a adormecê-los - e acordar com a luz do quarto acesa e eles a brincarem, felizes da vida.

4. Mentir-lhes acerca do modo como são feitos os bebés - falamos de abelhas, cegonhas e flores, e eles acabam por descobrir na internet como tudo acontece ( de preferência quando forem maiores!).

5. Explicar que não podem comer bolachas antes de jantar - e comermos nós um pacote inteiro, sem eles verem, enquanto estamos a cozinhar.

6. Achar que sabemos fazer sempre tudo melhor que o pai - nós é que sabemos vesti-los, cozinhar a comida como eles gostam, tratar deles quando estão doentes - mas dizer ao pai que é igual ser um ou outro a fazer as coisas.

7. Estar mortinha por ter um fim-de-semana a dois, e depois passar o tempo inteiro a falar dos miúdos, a pensar como estarão e a ligar para casa de hora a hora ( ou até voltar depois da primeira noite com uma desculpa qualquer).

8. Depois de um dia estafante, quando começar a haver birra ao jantar, deixá-los comer um iogurte e pão (ou seja lá o que eles querem!) para ter uma refeição sossegada, ao invés de haver zangas e eles terem de comer tudo o que é legume.

9. Prometer doces se se portarem bem quando os levamos ao nosso trabalho - ou a outro lado qualquer em que queremos causar boa impressão.

10. Comparar sempre, em tudo, os nossos filhos com os outros, mas dizer em voz alta que cada criança tem o seu ritmo de desenvolvimento e todos chegam lá (enquanto pensamos interiormente que o nosso é o mais giro, o mais esperto e o mais precoce).

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