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Entre Fraldas e Livros

Uma mãe recente, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

Entre Fraldas e Livros

Uma mãe recente, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

24
Mar16

Está lançado o pânico na Ramada

entrefraldaselivros

Abro as notícias e a primeira que salta à vista é a que o Padre da paróquia da Ramada está a ser investigado por "Suspeita de desviar fundos para comprar Porsche e outros bens de luxo".

Bom, quando preparava o baptizado da M., tive de "levar" algumas vezes com o P. Arsénio. Não conheço muitos padres mas os que conheço não são, de longe, tão ostentivos como ele. Na Ramada., que não é uma zona assim tão grande, as pessoas falam e não é pouco. "Ah, o P. Arsénio tem um BMW e vai pós copos nas festas, fica bêbedo e é um fartote" foi o que ouvi dizer. 

No ínicio não achei piada nenhuma porque era o homem que "iria iniciar a vida cristã" da minha filha. Na realidade, isso vai ser uma escolha dela. Eu só encurtei caminho, como os meus pais me fizeram. Nunca a irei obrigar a fazer nada que eu própria não sei se acredito.

Um padre, pelo que sei, tem o voto de pobreza, deve receber uns 600/700 euros, não terá dinheiro para andar de BMW, ter um iphone novinho, vestir levis, e polos gant e por aí. Onde é que está o voto da pobreza?!

No entanto, quando entrávamos dentro da igreja o P. Arsénio era como se fosse Deus encarnado. Toda a gente fala dele como se estivesse a falar do Senhor, era um homem muito bom, que ajudava todos (do alto do seu iphone 6, no seu/da paróquia BMW), muito simples (sempre vestido com levis, gant, tommy hilfiger...). Enfim, tudo o que se espera de um padre.

A minha irmã, madrinha da M., que já é adulta, queria ser baptizada para ser mesmo madrinha e não só testemunha (se bem que isso é irrelevante) mas o (chamemos-lhe) sr Arsénio disse-lhe que teria de fazer uma quantidade de coisas e basicamente chutou para canto.

Perante o sucessido actual, dá vontade de ligar para a paróquia da Ramada e perguntar se, agora, já a podem baptizar. Como nem o padre cumpre com os requisitos necessários, porque havemos nós de o fazer?

13
Mai15

Se fossem minhas filhas....

entrefraldaselivros

Levavam um enxerto de palmadas que tão depressa não se iam conseguir levantar. Ok, não sabemos que está por trás da história mas depois de uma semana a falar de bullying a miúdos deparo-me com um vídeo de duas miúdas das barracas (perdoem-me os esterótipos mas se não são fazem por parecer) a bater num miúdo (que parece) indefeso? E o puto nem faz nada para se tentar defender!?

Bom, se fossem minhas filhas, tivessem que idade tivessem, e eu visse isto, a vergonha que elas iam passar ia ser tão grande que não haveria psicólogo que a tratasse e não haveria fisioterapia que as pusesse no sitío porque isto não é coisa que se faça a ninguém! 

Eu tive irmãos mais velhos e mais novos e sei bem defender. Quando tocam nos meus eu viro-me ao contrário e fico fora de mim. Quando vejo injustiças a mesma coisa.

Será que ninguém faz nada? Será que o miúdo não fez nada porque não quis? Que confusão que isto me faz.

(não consigo por o vídeo mas até o Nilton já publicou as fotos das míudas em questão e o vídeo anda a circular, através de um senhor Paulo Bernardes e, pelo que li, vai passar agora na SIC).

E sim, tenho esta atitude e sou adulta, não se trata de bulliyng, não se trata de mostrar exemplos, trata-se sim de SE FOSSEM MINHAS FILHAS, lhes mostrar o que aconteceria. Não sou, nunca fui e nunca vou ser a favor da violência mas, neste caso, não vejo grande solução para isto.

Sempre houveram grupinhos nas escolas, nas minhas escolas também haviam aquelas miúdas que achavam que eram as maiores e que queriam sempre bater em todas mas eventualmente (acho eu) acabaram por se acalmar e desistir mas não deixaram de distribuir violência igualmente gratuita por aí e aterrorizar muitas crianças.

 

 

 

 

14
Abr15

Não me admira nada

entrefraldaselivros

Que o idiota que me ultrapassou hoje de manhã à entrada da garagem, porque eu não tinha o comando para entrar, e entrou na dita em sentido contrário, tenha o carro todo amassado. NADINHA!

Dado que eu estava parada há uns bons 10 minutos à espera pacientemente que uma alma caridosa me abrisse o portão e aquela abécula achou-se o maior (alguns homens têm esse pequenino problema: quanto maior o carro, menor...) e ultrapassou-me para entrar pela porta de saída quase abalroando uma mota que ia a sair (no seu direito).

Escusado será dizer que segundos depois me cruzei com o idiota no elevador e era um homem (claro!) carrancudo, com ar de "sou-o-maior-e-por-isso-o-meu-carro-está-todo-amassado-na-lateral-porque-me-esqueço-e-entro-sempre-na-porta-inversa kind of way.

Não me contive e saiu um logo um "Seu idiota!" matinal.

É assim que, às vezes, começo as manhãs, depois de quase uma hora para fazer menos de 10km.

 

Bom dia!

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