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Entre Fraldas e Livros

Mãe de dois, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

Entre Fraldas e Livros

Mãe de dois, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

Parece que foi há uma eternidade, mas já tive uma conta muito activa nessa fantástica rede social. Tão activa que de vez em quando ficava "sem piu" como dizíamos. Conheci pessoas fantásticas, incluindo o meu marido, e alguns mas fantásticos amigos. Estou a tentar lembrar-me qual foi o primeiro encontro pessoal que tive fora dos ecrãs, mas não consigo apontar o dedo. Tenho várias histórias, vários jantares, várias noitadas, todo um Verão passado quando o plano de net quase não chegava ao fim do mês e a primeira pergunta que se fazia quando chegávamos a um sitio era "qual é a pass do Wi-Fi?" Foram tardes passadas em esplanadas, pessoas que vinham de longe para "vir beber um café à esplanada", porque estava sol, jantares porque se chegava aos 100tweets, 300tweets, 100000... Quando tínhamos mais um seguidor era um festa e quando alguém tinha um problema a dor era de todos. Era tweets indirectos, respondidos indirectamente, DM's com #lance, #isséquera, #tweetfavas quando quase mandamos a rede abaixo com tantos tweets do andar do Joe. O Twitter já foi isto é muito mais. Foi uma música diária pelo @TudoAoContrario, foi o @zorgabor fazer rir, tentar desvendar o português do @joebest, as conhecidas risadas da @babevil, e claro os meus eternos pedidos que iam desde bebidas, DVDs, musica, relógio, comida, tudo o que eu me lembrasse. Era toda uma cronologia de check-ins e roubar mayorships uns aos outros. O Twitter era um mundo!