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Entre Fraldas e Livros

Uma mãe recente, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

Entre Fraldas e Livros

Uma mãe recente, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

22
Set14

Chuva e trovoada

entrefraldaselivros

Já viram este tempo?

Acabei de apanhar uma molha tão grande para andar 40m que parece que sai do banho...Se soubesse tinha ido almoçar com sabonete debaixo do braço...

Raios...{#emotions_dlg.sidemouth}

21
Abr14

benfica

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Já não se aguenta ler sobre o Benfica.

Ok, ganhou o campeonato pela 33ª vez.

Fixe. Mas... E o que eu ganho com isso? Eles ganham mais um milhares, uma taça e tal... Mas... e o português que se esfalfa a trabalhar o mês inteiro, desconta uma batelada para o IRS, segurança social, ADSE, ADM, raio-que-o-parta, mais-uma-treta-qualquer, ganha o quê? Sim, já sei que vão dizer que ganha a felicidade de ir festejar para o Marquês de Pombal (sim, rico sítio, uma rotunda no centro da cidade, parar o trânsito na capital do país, bela maneira de ajudar a economia... só se for a vender cerveja) porque de resto meus caros.... Não vejo mais nada! 

Eu não sou anti futebol, até acho piada ver um derby sporting vs benfica mas só isso. Não vou gritar para a rua, não vou pintar a cara com cores e muito menos causar disturbios. Isso é levar o fanatismo a extremos.

Porque não juntar toda essa vontade e fazer coisas de interesse? Já nem me vou referir só à política, porque o fiz no meu facebook particular e está a dar pano para mangas. 

Porque não agarrar em toda essa vontade e mostrar que somos um país com garra e vontade e não só uns zé-povinhos à beira rio?

Não me sinto com azia (alias, devia sentir???) porque ganhou a equipa A, B ou C. Já disse e volto a dizer, sou sportinguista por simpatia, desde sempre. Não vejo 99.9% dos jogos por isso não falo sobre isso.

No entanto, e como bem apontou uma amigo meu, uma coisa também é verdade, somos um povo que também é pro em apontar o dedo e criticar mas depois quando chega a altura de fazer, cruza os braços e senta-se porque está muito cansado, porque está calor, porque está frio, porque há saldos, porque joga o benfica ou o porto ou o sporting ou o rio ave (ou uma outra equipa qualquer). E é assim.

 

De qualquer forma, e eu não vi o jogo, parabéns ao Benfica.

23
Fev14

distanciamento

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Não acham triste quando se distanciam das pessoas que amam por nenhuma razão aparente?

Eu acho. E sinto isso na pele. E entristece-me. Mas cada um escolhe o seu caminho e deve viver com as suas escolhas. Essa é uma das razões pelas quais nos tornamos adultos e pelas quais somos independentes, por termos liberdade de escolha sob o caminho que escolhemos e com quem escolhemos. Resta às pessoas acompanharem-nos ou não, criticarem-nos ou apoiarem-nos.

 

Amigos são aqueles que conseguem andar ao nosso lado sem pedir justificações e sem criticar.

 

Todas as riquezas do mundo não valem um bom amigo. (Voltaire)

 

 

19
Fev14

factos sobre mim

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Alguns factos sobre mim:

Vi no neste blog esta ideia e copiei (Vanessa, roubei a ideia, sorry...)

 

#1

Sou extremamente pontual, odeio chegar atrasada seja ao que for, prefiro chegar adianta e esperar

 

#2 

Odeio esperar e odeio fazer esperar (contradições, eu sei)

 

#3

Tirei o curso que quis, contra todas as espectativas, Cinema vídeo e comunicação multimédia, que não me serve actualmente para nada.

 

#4

A memória mais antiga que tenho é de mandar as minhas chuchas todas pela janela do 5º andar onde morei, num dia de sol, nas traseiras de casa e de à tarde ir à procura delas, desesperada porque não conseguia dormir. Claro que não as encontrei.

 

#5

Não gosto de marisco. Nenhum tipo de marisco. Não que já tenha provado todos, aliás, só provei camarão e não gostei mas não consigo comer nenhum tipo de marisco.

 

#6

Tenho fobia a banhos de imersão. Não consigo de todo entrar numa banheira com água com mais de 10 centímetros de altura sem começar a entrar em pânico graças ao filme "Pesadelo em Elm Street".

 

#7

Sou adepta de filmes de terror.

 

#8

Apesar de adorar tatuagens e piercings e ter vários e ter sido dadora de sangue, sou extremamente medricas no que toca a agulhas.

 

#9

Nunca me quis casar. Sempre disse que não o faria até o meu marido me ter pedido em casamento em frente aos meus pais, old fashion way, de joelhos.

 

#10

A minha mãe é a mulher da minha vida e não o mostro vezes suficientes. Tem sido o meu suporte ao longo dos anos e, principalmente desde que fui mãe. 

 

#11

Aprendi a ser mãe com as minhas irmãs mais novas, que são mais novas que eu 8 e 12 anos e em quem confio quase cegamente.

 

#12

Tenho um conjunto de amigas muito próximo que considero praticamente irmãs e a quem conto tudo e com quem me aconselho diariamente.

 

#13

Sempre fui uma pessoa que adora oferecer prendas. Adoro ver a reacção das pessoas quando abre uma prenda minha.

 

#14

Gosto de entrar numa loja e poder comprar a primeira coisa que me salta à vista.

 

#15

Adorava comprar coisas para mim, até ter sido mãe. Quando a M. nasceu, essa veia fugiu um bocadinho mas está a voltar ao de cima.

 

#16

Praticamente não vejo televisão. Sigo todas as séries online.

 

#17

Consegui fazer o meu curso superior todo sempre sem ter aulas à 6a feira.

 

#18

Durante muitos meses andei à procura de “problemas” na minha filha. Porque pouco chorava, não teve cólicas e todos me diziam que isso não era normal. Porque todas as mães o fazem um bocadinho.

 

#19

Toda a vida afirmei que só queria ter um filho. Em particular, uma filha. Hoje digo que terei todos aqueles que a vida nos permitir. Ou então, ao segundo sai-me um bebé com cólicas, que não quer mamar, que não quer dormir, chorão – enfim, um bebé normal, e passa-me isso da ideia.

 

#20

Andei na natação e adoro nadar mas fico em pânico se nadar em sítios onde há rochas ou pedras.

 

#21

Sou a única dos meus irmãos com olhos claros (obrigada avó!)

 

#22

Também sou a única dos irmãos com cabelo encaracolado.

 

#23

Sei o meu número de BI de cor. E do meu pai, e da minha mãe. E o NIF e o do SNS. E as datas de aniversário de quase toda a gente à minha volta e até algumas coisas mais. E números de telefone também. Mas tenho uma memória de camarão para história.

 

#24

Detesto, abomino, odeio fazer exercício físico. É, com toda a certeza, hereditário (basta ver a genética).

 

#25

Antes de adormecer penso em dezenas de coisas que quero fazer no dia a seguir ou mesmo durante a semana e acabo por não fazer nada.

 

#26

Quando eu acabei o meu curso superior, a Universidade criou um gabinete de Provedoria do Estudante, graças a uma queixa minha à Inspecção do Ensino Superior.

 

#27

Tenho uma licenciatura acabada e uma meia licenciatura por causa do processo de bolonha.

 

#28

Antes de me deitar tenho sempre de ter uma garrafa de água ao meu lado, de pelo menos meio litro, cheia, senão não durmo.

 

#29

Quando decidimos casar, das poucas coisas que não abri mão foi mandar fazer uns ténis All Star à minha medida, todos brancos em pele, bordados com o nosso nome, que chegaram a portugal dias antes do casamento.

 

#30

Parte da minha família só soube que eu estava grávida de 6 meses no dia do meu casamento.

 

#31

Comecei a trabalhar com o meu pai, há 10 anos, quando ainda estava na faculdade, para ajudar a pagar a faculdade e porque ele precisava de alguém. No entanto, sou boa no que faço, apesar de não ter nada a ver com o meu curso.

 

#32

Quando é para reclamar com serviços ou com alguém, por norma, chamam-me a mim para ir à frente. Sou uma espécie de caterpilar humano.

 

#33

Sou orgulhosa QB. Quando sei que não tenho razão sou a primeira a admitir e a pedir desculpa e às vezes até o faço mesmo quando não tenho razão.

 

#34

Não consigo ficar chateada com alguém muito tempo. Não faz parte do meu feitio.

 

#35

Odeio que me falhem. É das piores coisas que me podem fazer. E é raro dar mais oportunidades.

 

 

E pronto, que me lembre, estas são algumas curiosidades acerca de mim... Quem me conhece já sabe isto de cor mas quem não me conhece fica a saber mais um bocadinho...

19
Fev14

afinal, afinal....

entrefraldaselivros

Se o contador do sapo está correcto,as babuseiras que eu escrevo até são lidas... 65 visitas num só dia?? Para ler o que eu escrevo? 

Gostava é que vocês (sim, vocês do outro lado do monitor) dessem algum feedback. Isto assim tem aspecto de monólogo e eu pareço um bocado uma maluca a escrever para alguém que não responde (se bem que um blog é mais ou menos isso...) 

Partilhem as vossas experiências, digam as vossas coisas {#emotions_dlg.smile}

14
Fev14

dia romântico?

entrefraldaselivros

 

Tenho-vos a dizer que teve mais significado para mim a prendinha que a M. trouxe hoje do colégio, com a mão dela carimbada, do que toda a minha página do facebook inundada com estas manifestações de amor excessivas só porque hoje é 14 de Fevereiro.

Já me começa a faltar a paciência para as mudanças de fotografia com a cara metada, no dia de hoje, o "amo-te" só porque hoje é socialmente imposto.

Não se amam todos os dias? Eu tenho na minha fotografia de perfil, há já umas semanas uma fotografia minha muito bem apanhada, minha com a minha cara metade, a M. E não porque hoje é dia dos namorados, mas porque ela é o meu maior amor, feito a partir de um grande amor, o meu marido, mas ela é o meu bem mais precioso e mais estimado.

Por isso, amem-se todos os dias e não só hoje porque vos é imposto, caramba!

 

 

 

05
Fev14

Adulthood in all it's glory

entrefraldaselivros

Bom, antes de escrever este post ainda refleti um bocado porque já sei que vai ferir algumas susceptibilidades e algumas pessoas vão-se achar alvos e vão achar que estou a mandar setas quando, na realidade não é nada disso mas, dado que o blog é meu e a internet é livre, posso escrever o que quiser aqui, porque aqui mando eu.

 

Crescer e ficar adulto tem muito que se lhe diga, como a maioria sabe. Acarta responsabilidades, normalmente também traz falta de tempo e dinheiro mas traz ainda mais felicidade quando partilhada com alguém.

A minha é partilhada com o meu marido e com a minha M. e ainda com a minha família directa.

No entanto, quando crescemos também passamos a ver as coisas de outra perspectiva, com outros olhos, com um olhar mais maduro e sabemos distinguir o que é importante e o que é acessório. É o caso. 

O problema prende-se quando quem nos rodeia não sabe acompanhar esse crescimento ou prefere não ver esse mesmo crescimento de maturidade e as nossas escolhas.

Não sou uma pessoa, por norma, muito tolerante mas considero que a maternidade me tenha trazido, em parte, a calma que me faltou durante a adolescência. Sou algo brincalhona mas muito gozona, dentro dos limites do razoável. 

No entanto (penso eu) sou a pessoa mais "amiga" que se pode encontrar por aí. Sou capaz de correr seca e meca para ajudar algum amigo e não consigo conceber que um amigo meu não perceba isto.

Isto para dizer que, ultimamente, tenho-me deparado com algumas irracionalidades na sociedade em que nos movemos actualmente. 

Ninguém está satisfeito com o que tem e pensa que tem sempre direito a mais, que todos lhe devem e ninguém paga, que o mundo está todo virado do avesso e que estão sempre cheias de razão. Hoje em dia as pessoas acham que são detentoras da verdade absoluta, que só têm direitos e nada de deveres. Eu acho que anda tudo frustrado e que não vêm que toda a gente à sua volta tem problemas, nem tudo é um mar de rosas e nem toda a gente ainda tem 5 anos e ainda na escola onde a maior preocupação é não fazer xixi nas cuecas durante o tempo que está na escola e pedir para ir ao WC. 

Há pessoas com questões reais, importantes, e com isto não digo que sejam as maiores do mundo, claro, mas não deixam de ser importantes (para nós os nossos problemas são sempre os mais importantes, não é?)

Acho que toda a gente devia, ao fim do dia, tirar uma meia hora (sei que é difícil, pelo menos para mim é) para reflectir e desanuviar as ideias (quiçá até ir beber uma imperial e comer uns tremoços) para evitar desastres maiores. Se todas as pessoas andarem na rua com a cabeça quente as urgências dos hospitais vão começar a encher e vão ser só hematomas e pernas partidas e não queremos nada disso até porque uma ida às urgências está pela hora da morte.

Parece-me uma excelente política...

02
Fev14

ínicio do ano e as suas chatices

entrefraldaselivros

O ínicio do ano é complicado em muitos aspectos.

Um deles, e que a mim me chateia e muito, são os fins das temporadas das séries que sigo. Ora bem, estamos meses à espera que as séries voltem, quando voltam, dão uns 10 ou 12 episódios e depois PUF! acabou-se.

Isto a mim irrita-me. Falo por exemplo de uma série que sigo desde a 1a temporada (acabou esta semana a 3a), American Horror Story, e esta semana terminou! Era a minha companhia à 5a feira e agora não há mais até ao final do ano.

E agora é ver as séries todas a acabar as temporadas e a ficarmos à espera que os argumentistas tenham mais ideias para as próximas.

Enquanto isso, temos a televisão nacional.......... ou não..

27
Jan14

meco, praxes, lusófona e coisas que me ralam

entrefraldaselivros

Não podia, de todo, deixar de falar do "assunto do momento", por mais fria e calculista que possa parecer.

Porque sou uma cidadã, ex aluna da Universidade Lusófona, com nenhum orgulho, porque me preocupo, porque sou mãe, porque principalmente fui aluna e porque acho que há coisas que passam largamente das marcas.

Tenho andado em cima de todas as notícias que saiem sobre este assunto, tenho conversado sobre isto, tenho uma minha opinião formada acerca do assunto. 

A meu ver foi uma praxe que foi longe demais. Parece-me que os jovens deviam ter alguma maturidade, sentido de responsabilidade e dado que estava dado um alerta vermelho, acho difícil que se tenham lembrado de ir passear para a praia do Meco, de madrugada, só porque é bonito. Sei que nas praxes não é permitido o uso de telemóveis, apenas ao superior hierárquico (been there, done that) mas... acho que deve haver limites. 

Já passou mais de um mês do acontecimento e claro que agora é que o típico "Zé Povinho" se lembra de "ter visto 7 jovens a andar com pedras agarradas aos pés" ou "a fazerem figuras e terem sido interpelados ao que responderam para não se meterem porque aquilo era uma praxe" Yeah right! Mais de um mês depois!? Então e na altura ninguém se lembrou de nada? Afinal quem é que sofre aqui no meio de amnésia selectiva?

Tenho muita (odeio esta palavra mas não me ocorre uma melhor) pena dos pais dos miúdos porque não sabem o que se passou naquela noite com os filhos e, isso sim, acredito que seja uma dor significativa. Eles estavam, acima de tudo, descansados porque os filhos estavam a estudar para tentar garantir um futuro melhor. 

A minha experiência na mesma instituição foi a pior, não aconselho a ninguém, pelo contrário. Acho que a dita universidade tem muitas arestas por limar e deve começar por aí e não fechar-se em copas como sempre tem feito cada vez que aparece um escândalo (convenhamos que têm sido uns quantos ultimamente).

Bem sei que a mesma não se intromete nas praxes, no meu tempo também não o fazia MAS!, há limites. Quando o director de um dos cursos é assumidamente anti-praxe, quando se vê que as praxes estão a ir longe demais, não será altura de tomar uma posição?

O intuito de praxe é de integrar os alunos, passar apontamentos, inter-ajuda, não é o de humilhar, fazer passar vergonhas, chegar ao coma alcoólico (como muitos poderão imaginar).

A vida académica é mais do que um fato preto com uma capa ao estilo do batman, com o intuito de humilhar os mais novos que entram para um mundo novo, maravilhados com um sem fim de possibilidades. Os caloiros não são escravos dos veteranos (e aqui acho e vi muitos veteranos baralhados, coitadinhos, com o lugar deles.), a ideia, mais uma vez não é terem empregados, é tentar INTEGRAR! (estou um bocado repetitiva, dado que este assunto é-me particularmente sensível).

Neste caso em especial, há tantos pontos que não batem bem que basta perder uns minutos e pensar um bocadinho.

Mas quem sou eu? Sou só uma ex aluna e mãe e cidadã preocupada. Não é por mim, é mesmo pelos pais dos miúdos que merecem mais respeito do que o que estão a ter, merecem que os filhos não sejam especulados como estão a ser. 

 

 

http://www.tsf.pt/Programas/programa.aspx?content_id=904110&audio_id=3653080

fica aqui das melhores crónicas que ouvi! "é raro o semestre em que não haja lá bronca" - pois.. eu bem disse... 

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