Uma mãe recente, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.
Uma mãe recente, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.
Não é novidade para ninguém que empresa que se preze hoje em dia deve apostar muito na presença digital, seja ela no Facebook, Instagram, YouTube ou até mesmo no Google geral. Mas muitas vezes isso não é tão fácil como se pensa, muito menos pouco dispendioso. Não é qualquer pessoa que tem essa capacidade de comunicação ou que consegue chegar ao nosso público alvo. Basta vermos as influencers digitais actuais e o poder que elas têm hoje em dia.
Basta que a Helena Coelho diga que uma peça de roupa que veste é de uma Zara ou de uma Primark que em minutos a peça esgota; ou que uns talheres que tem em casa são do Gato Preto ou de um Continente, também vão esgotar. No caso, até ver é publicidade gratuita - o que para as marcas é fantástico porque não têm qualquer custo, mas em contra-partida aí ela também não tem lucro.
Hoje, com o alto patrocínio da PTisp fui fazer um workshop com o Vasco Marques. Há imenso tempo que tinha vontade de fazer o workshop mas ainda não se tinha proporcionado e desta vez juntou-se o util ao agradável.
Foi um dia de formação intensiva, das 9h às 18h30, com uma hora de intervalo.
Saí de lá com vontade de aprender ainda mais e tenho a perfeita noção que os profissionais não são bem pagos, porque uma empresa considera que a publicidade online ainda não tem presença suficiente para ser bem paga - neste contexto penso que a televisão está a par e passo porque chegará a tantas pessoas quantas o digital - numa faixa etária diferente. Confesso que eu própria considerava que o valor que por vezes vi pedir por um site feito em wordpress era rídiculo, porque wordpress não é difícil de aprender. Trabalhoso sim, não difícil.
Conhecimento não ocupa lugar, e hoje foi um dia muito bem passado, a aprender com alguém que sabe. Obrigada PTisp, obrigada ao formador Vasco Marques.
Ora bem, venho ver as estatísticas dos meus posts e verifico que os meus posts sobre IQOS estão em primeiro lugar... Descobriram agora a pólvora? Virou moda?
Malta, já há popup stores da IQOS em centros comerciais. Aí devem poder experimentar o tabaco aquecido, fazer TODAS as perguntas, tirar todas as dúvidas que tenham, comprar acessórios, tudo e mais alguma coisa.
Não me mandem mails a pedir informações sobre como comprar porque eu só posso dar um código de recomendação. Não tenho descontos, não sai mais barato, não é mais depressa. Nada disso. Também só sou utilizadora. Sou uma utilizadora antiga, sim é verdade mas, não ganhei nada com isso, infelizmente. Tenho um IQOS 2 e um 2.4plus. Não tenho nenhum de última geração porque tinha acabado de comprar o meu, se bem que aceitava de bom grado um upgrade para o 3.
Quando conheci o IQOS, tínhamos ao nosso "dispor" um comercial que vinha ter connosco para um atendimento personalizado, para comprar volumes, acessórios, máquinas... Agora, já se vende em todo o lado, já perdeu o factor elitista que tinha.
Neste momento fumo exclusivamente este tipo de tabaco novamente há uns dois meses e sim, noto diferença. Noto que fumo muito menos, noto que o tabaco me dura mais tempo, noto diferença no meu organismo... O investimento inicial não é barato mas é uma coisa a longo prazo.
Ah, e por aqui só se fuma o de menta, aguardamos a chegada de novos sabores ao mercado português.
Para quem acha que andamos aqui todos com pouco para fazer, desenganem-se. Não paramos; estamos sempre a fazer alguma coisa. O Miguel está com uma evolução fantástica, e a Matilde está com óptimas notas e cada dia mais esperta e saída da casca.
O bullying escolar parece ter abrandado (infelizmente foi preciso eu me impor e falar "a sério" com a nova direcção para que alguma coisa acontecesse mas, pelo menos aconteceu). Desengane-se quem acha que colégios privados são para riquinhos e que não acontecem fenómenos estranhos. Não é verdade. Nesses locais também há aves raras que gostam de atormentar os mais sensiveis das mais variadas formas. Lembrem-se que há pais que não têm grandes opções para o ensino dos filhos a não ser o privado, ou por não ter horários fixos, ou por não ter horários compatíveis, ou por não considerar que, como os professores não são devidamente remunerados, poderão descarregar as frustações nas crianças e não puxar por elas o suficiente... Lembrem-se que é nesta idade que se começa a formar a personalidade que mais tarde fará dos nossos filhos os adultos de amanhã.
Assuntos mais leves:
Cada dia me rio mais com o quão cómico é criar um ser humano homem. Sempre tive só meninas (as minhas irmãs mais novas, a minha filha..), já o meu filho tem uma doçura especial no olhar, uma forma muito carinhosa de adormecer comigo - quando está para aí virado.
Tem um riso muito leve e cómico, que ainda dá mais piada.
E vocês? Têm estado a aproveitar estes dias como nós?
Isto não deve ser novidade para ninguém mas andam a circular vários vídeos no youtube em que uma personagem aparece por breves frames nos vídeos infantis e "obriga" as crianças a fazerem uma quantidade de coisas, e a fazerem disso um segredo para os pais.
Para além de isto me dar a volta às tripas, e de me dar uma vontade enorme de correr todo o youtube e youtube kids à procura do tal vídeo, a verdade é que não consigo. No entanto, sei que isto anda a aterrorizar as crianças, incluindo a minha. A minha filha anda com medo de TUDO. Não mexe um pé sem ter um adulto por perto e o pior é que tem um miúdo na escola que ainda piora. Fala-lhe do Freddy (Krueger), do Chucky, da Anabelle... Estamos a falar de crianças de 6 anos. Como é que crianças desta idade têm acesso a estas personagens!? O Freddy Krueger tem, pelo menos, 35 anos. Pelo menos! O que raio é que estes pais têm na cabeça para deixar os filhos terem acesso a estes conteúdos? Estes comportamentos vêm de casa. Será que isso não se percebe?! E eu que sou fã de terror tenho muito cuidado com o que passa para a minha filha, exactamente para não gerar pesadelos.
Neste momento, temos noites agitadas, com pesadelos à mistura. Aceitam-se sugestões...
AHHH a maternidade... E o começar do infectário. Perdão, infantário. Como é bom. Como eu já me tinha esquecido do que era isto... Pois bem. O miguel começou o colégio este mês. Na loucura foi semana e meia.
Depois, toca de ficar doente. Fez uma quase bronquiolite, que se não fosse a avó (obrigada mãe!) estávamos bem tramados. Esteve 2 semanas no estaleiro e só hoje voltou ao infectário. Vamos lá ver qual vai ser a próxima. Portanto, em 28 dias, ele vai metade. Não é uma má média para 1º mês. Será que isto dá pontos?
Pois é! Hoje foi dia de novidades. O Miguel foi pela 1a vez ao colégio (estas modernices de irem só um bocadinho para se ambientarem...) das 8.30 às 10.30. No meu tempo, não havia cá estas coisas de se ambientarem. Era "hoje vais para o colégio, bora" e não há cá conversas.. Os meus pais tinham que trabalhar, não tinham vida para me ir buscar ao fim de 1h. Mas isso foi há 30 e alguns anos.
Dizem as educadores que se portou lindamente... Mas, um bebé de 4 meses e meio não se pode portar propriamente mal, pois não?
Amanhã já vai mais um bocadinho e no dia a seguir até ir de vez (mas calma, ele volta ao fim do dia para casa, tal como a irmã).
Quase 6 meses depois, voltamos à realidade. Levantar ainda de noite, deixar a miuda na escola, o bebé fica com o pai e eu vou trabalhar.
Não vou negar que me sabe muito bem voltar a esta realidade de lidar com pessoas todos os dias, e não estar em casa a sentir que estou a perder tempo util (que na prática não é), sabendo que o pai está a tomar consciência da minha realidade durante 4 meses.
Sabe bem voltar a contactar com adultos que não são família directa e sentir-me util.
Antes de mais nada, bom ano novo. Espero que se tenham divertido, com a devida moderação e responsabilidade que consideraram necessárias, entrando com os dois pés no novo ano.
Por aqui foi uma entrada calma, com os miúdos acordados e a bater panelas e bastante divertidos.
Agora vamos ao que importa. Resoluções para o novo ano. Aposto que quando comeram as passas pensaram em saúde, dinheiro, ferias paradisíacas, sexo, mais dinheiro, ser fit... o normal, para a altura.
O ano que acabou foi um ano que foi importante para mim. Foi o ano que decidi ter o 2º filho, que decidi submeter o meu corpo a mais uma mudança, sabendo o que isso ia implicar. O nosso Miguel nasceu, é lindo e saudável, ja está super brincalhão, e agora falta a mãe recuperar a forma física para que tudo fique bem e a 100%.
Pode parecer uma frase idiota mas é a realidade. Estou um bocado longe da minha meta e esse é, sem duvida, um dos meus objectivos para os primeiros meses do ano. No entanto, não trocaria POR NADA, a decisão de ter engravidado. Acho que já disse aqui, não gosto de estar grávida, não acho que seja um estado de graça, não tem piada nenhuma, ficamos reduzidas numa quantidade de coisas durante uma quantidade de meses mas no fim, a verdade, é que de facto, compensa. Compensam as alterações hormonais, as mudanças de humor, o aumento de peso, a tristeza constante ou a alegria, a privação de tantas coisas...
Além de que sou da opinião que a maternidade nos traz uma espécie de imunidade no que podemos ou não dizer a terceiras pessoas. Ganhamos um “estatuto” porque já somos mães e somos responsáveis por uma vida, fazendo com que olhem para nós com outro olhar.
Deixei de me importar e perder tempo com quem não merece. Deixei de pensar em porquês. Deixei para trás assuntos que dificilmente o faria porque faz parte da minha natureza, esmiuçar a coisa.
Que venha 2019, cheio de força, que estamos aqui para o receber!