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Entre Fraldas e Livros

Mãe de dois, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

Entre Fraldas e Livros

Mãe de dois, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

As meninas do Sweet Caos, que conheço há uns aninhos da maravilhosa rede social que é o Twitter, convidaram-me há já umas semanas a escrever sobre as alegrias da maternidade. 

Escrevi o texto logo (maldita mania da organização) e eles saiem pela ordem dos convites e aos domingos pelo que, no domingo sai o meu.

Estejam atentos ao blog e à ilustração, que já me arrancou umas boas gargalhadas 

 

 

Portanto, a vacina que não fazia parte do plano nacional de vacionação e que os pediatras recomendam a administração, que é por três vezes dada à criança e que tem um custo de mais de 70 € (apesar de hoje de manhã ter ouvido 30€ na rádio), passa, a partir de junho a ser comparticipada a 100% para crianças que nasçam a partir de junho deste ano.

A M. tomou as três doses e, na altura, fartei-me de investigar para perceber se daria ou não. 

Mais vale tarde que nunca. Agora vá, toca lá a incluir o Rotatec também, apesar de só proteger contra um número pequeno (pelo que pesquisei) de rotavirus que provoca gastroentrites. 

 

Como vocês sabem, estamos em preparativos para um evento.

Tenho o pequeno problema com pessoas que me tentam dar bailinho quando estou a tentar resolver questões com alguma rapidez. Faz parte da minha personalidade ser algo (para não dizer muito) organizada e por isso gosto de fazer as coisas com tempo, bem feitas, à minha maneira. Quando questiono sobre um serviço, sou directa e concisa no que quero, não ando com rodeios, não digo em meias palavras e tento negociar a coisa de forma a nenhuma das partes sair prejudicada mas, obviamente, a outra não sair demasiado beneficiada.

Tenho um problema grande quando m apresentam um orçamento completamente descabido e depois andam com rodeios: -"se quiser uma andorinha a voar na sua direcção custa mais X"; "se quiser um cavalo a fugir em direcção ao por do sol são mais Y euros" - isso não é viável.

Meus amigos, eu quero uma coisa simples, agradável, mas ao mesmo tempo, é claro que não quero ficar endividada para poder levar a família ao evento. Não quero contactar uma empresa para me fazer o serviço, estar em negociações e depois a mesma dizer-me, após uma semana de silêncio que está com mais duas propostas para a mesma data, quando já investiguei (e vocês sabem que quando uma mulher quer é pior que o FBI) que não é a primeira vez que isso acontece.

Eu quero pagar um serviço e que os meus convidados sejam bem tratados e estejam completamente à vontade, sem medo que a qualquer momento toque o relógio de cucu, qual campaínha de saída da escola, para acabar o evento porque a partir daí é conta-kilometros para pagamentos e com um leque de aberto aberto para a referida época do ano que é, no mínimo, para rir, dado o valor por pessoa.

Por isso, e em suma, eu só quero contratar um local para uma tarde bem passada. É pedir muito?

Não me vou casar, não vou celebrar boda nenhuma e por isso não quero levar com valores descabidos como os que tenho recebido. Não estamos em crise??!? 

Assim, e como os convites já estão prontos na minha mão (eu bem digo que sou muito organizada), passo já à frente na escolha do local se o senhor continua com muitas coisas 

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