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Entre Fraldas e Livros

Uma mãe recente, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

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Uma mãe recente, licenciada em alguma coisa (pouco) relevante que sentiu a necessidade de expressar preocupações que lhe importam e as aventuras que acontecem por aqui.

28
Jun17

Tipos de violência

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Muito se fala agora no bulling. Tudo é bulling. No meu tempo (que não foi assim há tanto), não tinha nome, era só mesmo miudos/as com a mania que gostavam de aterrorizar a vida aos outros.

No meu tempo, os pais tinham mão suficiente para dar uma palmada aos filhos, na hora certa, sem serem recriminados pela sociedade ou pela ordem dos psicólogos ou até mesmo tribunal de menores.

No meu tempo, se uma criança com 4/5/6 anos nos empurrava, nós empurravamos de volta. Era instintivo. 

No entanto, ao que parece, a estas crianças cujos pais estão mais ausentes que outra coisa, é-lhes permitido ser o "lider" dos seus pares. Tratar mal as crianças. Aconteceu à minha frente, foi o azar. E fui eu quem a chamou à atenção. Se fosse minha filha, não teria, jamais, um comportamento assim, porque não é assim que ela é educada, não são essas as bases dela.

Esta criança em questão é má. É um nariz empinado, tem a mania (e só tem 4/5 anos - vamos fugir quando crescer), tem que ser superior em tudo.

 

Nunca poderia ser minha filha.

 

 

Não há só este bulling. Há um ainda pior. O bulling psicológico. O medo que nos atazana a cabeça de sermos gozados em público por sermos demasiado gordos, demasiado magros, demasiado altos ou baixos, por sermos loiros ou morenos, por sermos heterosexuais ou homosexuais ou até mesmo por não sabermos o que somos. Estamos no século XXI. Em pleno século XXI, no mesmo dia, vejo uma criatura que se auto-intitula taróloga, na televisão e em horário nobre, a dizer baboseiras sobre uma mãe recente. Que ninguém que foi mãe há meses ainda tem o corpo assim ou assado, que não é exemplo para se dar.

Raramento vejo as respostas das figuras públicas mas desta vez reparei na resposta. E aplaudo de pé! Poucas são as mulheres que têm a coragem de fazer duas cesarianas com 11 meses de diferença e aceitar assim a maternidade (a minha foi há quase 5 anos e eu ainda tenho medo). 

Vergonha deviam ter essas pessoas que se dizem figuras públicas, ao tentar enxovalhar em praça pública, uma pessoa. A senhora em questão que teceu comentários como “Não ser normal ela estar assim” um mês depois de ter tido um filho e ainda sobre “não estar a dar um bom exemplo em termos de saúde” e que “devia ser seguida por um nutricionista” devia tirar 15 minutinhos do seu ocupadíssimo dia (sim, porque ser-se figura pública não é um mar de rosas, tem toda uma logística por trás...) e pensar - será que se eu disser isto não vai piorar a minha imagem? (claramente vai, d. maya). não vai trazer, para além de publicidade gratuita (não que precise), uma revolta por parte das pessoas? (sim, vai, d. maya.

Pergunto-me apenas se também foi vítima de bulling psicológico por causa do seu nariz quando era mais nova para tentar vingar-se nos outros.

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